11・6・2023
HUMAN The movie
Director: Yann Arthus-Bertrand (2015)
watch on https://www.youtube.com/watch?v=fC5qucSk18w
19・6・2023
Blooming Tajinastes on La Palma Island
Echium wildpretii
La Palma, Canarias, June 2023
Photo: Albert Dros
source: https://www.facebook.com/albertdrosphotography/posts/815562436604181
20・6・2023
Refugees
Brian Bilston
June 2022
source: https://www.facebook.com/BrianBilston/posts/5942184855798582
21・6・2023
World Refugee Day
Oliver Jeffers, 20 de Junho de 2023
While we are glued to the news about 5 mostly wealthy tourists lost on a submarine on their way to seek the wreckage of a sunken ship, today is World Refugee Day, and only last week a boat holding hundreds of refugees sank off the coast of Greece. Many (including children) lost their lives on that sinking ship while on their way to seek a safer existence.
While what is unfolding beneath the waves in the middle of the Atlantic is a tragedy, and an extremely anxious time for their families, it’s hard to not be cynical about the state of society that this story has gripped us in the midst of a constantly rising refugee crisis with more and more people dying on the daily, and not getting nearly as much attention.
While we watch for news of a still hopeful safe return of the submarine, please make a donation to the @rescueorg helping the hundreds of thousands of migrants who will face the same perilous situations in the weeks, months, and likely years ahead.
source: https://www.facebook.com/oliverjeffersart/posts/806645804150384
21・6・2023
O Funchal na obra de Max Römer, 1922-1960
coordenação de Rui Camacho
edição Funchal 500 Anos, Funchal, 2008
25・6・2023
Baljenac
NAXAR, Overview, Junho de 2023
Baljenac is a small island in the Adriatic Sea, located off the Dalmatian Coast of Croatia. Although it is only about 34 acres (14 hectares) in area, it contains a network of roughly 14 miles (23 km) of low stone walls — making it resemble a fingerprint from above. Baljenac is uninhabited; its walls were built by residents of the nearby island of Kaprije to separate crop fields and vineyards.
25・6・2023
About 1/3 of the hydrangeas are in bloom!
… I hope they'll be this lush♡ yumi… (haku1127), Junho de 2022
場所教えてもらってたのに . 去年は行けなかったから今年行ってきました♡ .
車がけっこう通る場所なので . ささっと撮ってすぐ撤収しました!.
I was told where it was, but I couldn't go last year, so I went this year ♡. There were a lot of cars passing by, so I took a quick photo and left right away!
28・6・2023
Sebastião Salgado explica as suas fotografias:
Nestas imagens há vidas «plenas de dignidade»
Joana Ferreira da Costa, in Atual_Mentes. FFMS.pt, 1 de Maio de 2017
Considerado um dos maiores fotógrafos do mundo, o brasileiro Sebastião Salgado registou as grandes migrações de pessoas em África, na Ásia, mas também na Europa.
Durante a década de 1990, Sebastião Salgado fotografou milhares de pessoas em fuga de genocídios étnicos e da guerra, populações para quem, num instante, tudo mudou. «Estas pessoas tinham uma vida normal e de uma hora para a outra não tinham mais nada», contou Salgado, o convidado especial do programa Fronteiras XXI sobre migrações. O fotógrafo descreveu os momentos em que captou algumas dessas imagens de vidas interrompidas, mas «plenas de dignidade».
Croácia: 120 refugiados vivem num comboio na estação de Ivankovo (1994)
«Esta fotografia representa um dos campos de refugiados mais cruéis que já vi», recorda Salgado. O «campo» é a estação ferroviária de Ivankovo, na Croácia, onde em plena guerra fratricida na ex-Jugoslávia, 120 refugiados ficaram encurralados sem poder entrar na Alemanha nem regressar a casa. «Eles faziam parte do primeiro grupo de pessoas que saiu, antes que a onda da bestialidade atingisse as populações locais», recorda o fotógrafo. «Saíram na frente, para evitar que os homens fossem assassinados e que as mulheres fossem violadas, mas não foram aceites pela Alemanha», explica. Não preenchiam as condições ideais de um refugiado e nunca entraram na Alemanha. Viviam nas carruagens de um comboio, imobilizado, num desvio da linha principal. «Eles ficaram vivendo num local onde passavam os outros trens de refugiados». Só que estes homens, mulheres e crianças «não tinham o direito de ir e ficaram aqui, com a guerra a poucos quilómetros deles, com um perigo imenso. Ficaram num estado de uma tristeza profunda», remata.
Campo de refugiados ruandês de Benako, na Tanzânia (1994)
Nesse mesmo ano de 1994, África assiste a outro genocídio étnico. No Ruanda, a maioria hutu inicia a perseguição e massacre do grupo minoritário, os tutsi. Sebastião Salgado parte para o país e regista o momento. «Com o início do genocídio, milhões de pessoas abandonaram o Ruanda», lembra. Eram milhares e milhares em fuga. «Estes são os primeiros refugiados que saíram do Ruanda e entraram na Tanzânia». Ali, começam a instalar-se num campo na savana. «O campo tinha, no primeiro dia, cerca de 30 mil pessoas, uma semana depois eram quase um milhão». O fotógrafo conta que estas «populações tinham uma vida normal, viviam em equilíbrio, tinham uma casa, os filhos iam na escola, tinham trabalho... e de uma hora para a outra não tinham nada mais». Eram por isso «pessoas inteiramente assustadas» e ao mesmo tempo «totalmente plenas de dignidade». Procuravam um novo equilíbrio no meio da desgraça, uma nova forma de vida. «Cheios de interrogações, não sabiam o que ia acontecer-lhes, não sabiam se iam ter alimentação, assistência médica, nada. Era o seu primeiro contacto com o exílio. Um momento muito especial e muito duro».
Em 1983, soldados iraquianos sequestraram os homens de várias aldeias no Curdistão iraquiano. As famílias aguardam ainda pelo seu regresso. Beharke (1997)
Sebastião Salgado fotografou as vidas suspensas das mulheres de várias aldeias do Curdistão, cujos maridos tinham sido levados por soldados iraquianos, numa campanha contra esta minoria que provocou milhares de mortos. «É terrível. Esses homens foram assassinados pelo exército de Saddam Hussein [à data Presidente do país]. Foram levados e nunca mais voltaram», explica o fotógrafo. «Essas mulheres não podiam se casar porque 14 anos depois não havia prova da morte dos seus maridos». O fotógrafo relata como, quando se entrava nas aldeias, «grupos de mulheres buscavam todas as pessoas que chegavam». Traziam nas mãos os retratos dos homens que tinham sido levados, «para ver se, por acaso, alguém tinha visto estas pessoas». Eram momentos «duríssimos, momentos muito difíceis para estas populações todas». Hoje, duas décadas depois, alerta o fotógrafo, «o que está acontecendo lá é exactamente a mesma coisa».